Nés Miranda   (2549 views)

 

What is Nés Miranda doing now?

Criticar é moda, superar é foda !!! =D 8
27 days ago  ·  Comment »

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nu mund ds 12 =), Portugal

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April 30
 
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Banner generated at Pimp-My-Profile.com Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto do abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. Acho graça onde não há sentido. Acho lindo o que não é. O simples Faz-me rir, o complicado aborrece-me. O mundo pra mim é grande, não entendo como moro num planeta que gira sem parar, nem como funciona o fax. Verdade seja dita: entender, eu entendo. Mas não faz diferença, o mundo continua a rodar, existe a tal gravidade, papéis entram e saem de máquinas, existem coisas que não precisam ser explicadas. (Pelo menos para mim). O que importa é o que faz os meus olhos brilharem, o coração bater forte, o sorriso saltar da cara. Eu acho que as pessoas são sempre grandes e às vezes pequenas, igual aos brinquedos da Playmobil. Vejo o mundo sempre lindo e às vezes cinza, mas para isso existem o lápis-de-cor e o amor que nos aprendemos em casa desde cedo. Tenho um coração maior do que eu, nunca sei a minha altura, tenho o tamanho de um sonho. E o sonho escreve a minha vida que às vezes eu risco, rabisco, embrulho e deito pra debaixo da cama (pra descansar a alma e dormir sossegada). A minha confusão mora aqui dentro, pensamentos entram e saem, nunca sei onde vou parar. Mas uma coisa eu digo: eu não páro. sei onde quero chegar, mesmo sem saber como. pergunto smpre quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo. Sempre pergunto se tu estás feliz, se eu estou linda, se eu vou ganhar uma estrelinha, se eu posso leva-la pra casa, se eu posso levar-te pra mim, se o café ficou forte demais. Eu sou assim. Nada de meias-palavras. Já mudei, já aprendi, já fiquei de castigo, E mesmo pequena, não deixo de crescer. fico séria, traço metas. Mas quando chega a hora do recreio, aí vou eu... E eu amo. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A-M-O. Amo e invento. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Sem censura. Sem pudor. Queres-me entender? Não precisas. Queres-me amar? Da-me um chocolate, um bilhete, um brinde que ganhaste e não gostaste, uma mentira bonita pra me fazer sonhar. Não importa. Criança não liga ao preço, não liga ao laço de fita e cartão de relevo. Criança gosta de beijo, abraço e surpresa! #12

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Menina dos fosforos : Nov 29, 2008

Era véspera de Ano Novo. Fazia um frio intenso; já estava escurecendo e caía neve. Mas a despeito de todo o frio, e da neve, e da noite, que caía rapidamente, uma criança, uma menina, descalça e de cabeça descoberta, vagava pelas ruas. É certo que estava calçada quando saiu de casa; mas as chinelas eram muito grandes, pois que a mãe as usara, e escaparam-lhe dos pezinhos gelados, quando atravessava correndo uma rua, para fugir de dois carros que vinham a toda a brida. Não pôde achar um dos chinelos e o outro apanhou-o um rapazinho, que saiu correndo e declarando que aquilo ia servir de berço aos seus filhos, quando os tivesse. Continuou, pois, a menina a andar, agora ocm os pés nus e gelados. Levava no avental velhinho uma porção de pacotes de fósforos e tinha na mão uma caixinha: não conseguira vender uma só em todo o dia, e ninguém lhe dera esmola - nem um só vintém.

Assim, morta de fome e frio, ia se arrastando penosamente, vencida pelo cansaço e o desânimo - a estátua viva da miséria.

Os flocos de neve caíam pesados, sobre os lindos cachos louros que lhe emolduravam graciosamente o rosto; mas a menina nem dava por isso. Via, pelas janelas das casas, as luzes que brilhavam lá dentro; vagava na rua um cheiro bom de pato assado - era a véspera do Ano Bom - isso sim, não o esquecia ela.

Achou um canto, formado pela saliência de uma casa, e acocorou-se ali, com os pés encolhidos para abrigá-los ao calor do corpo; mas cada vez sentia mais frio. Não se animava a voltar para casa, porque não tinha vendido uma única caixinha de fósforos, e não ganhara um vintém; era certo que levaria algumas lambadas. Além disso, lá fazia tanto frio como na rua, pois só havia o abrigo do telhado, e por ele entrava uivando o vento, apesar dos trapos e das palhas que lhe tinham vedado as enormes frestas.

Tinha as maozinhas tão geladas... estavam duras de frio. Quem sabe se acendendo um daqueles fósforos pequeninos, sentiria algum calor? Se se animasse a tirar um ao menos da caixinha, e riscá-lo na parece para acendê-lo... Ritch!... Como estalou, e faiscou, antes de pegar fogo!
Deu uma chama quente, bem clara, e parecia mesmo uma vela, quando ela o abrigou com a mão. E era uma vela esquisita, aquela! Pareceu-lhe logo que estava sentada diante de uma grande estufa, de pés e maçanetas de bronze polido. Ardia nela um fogo magnífico, que espalhava suave calor. E a meninazinha ia estendendo os pés enregelados para aquecê-los e... crac! Apagou-se o clarão! Sumiu-se a estufa, tão quentinha, e ali ficou ela, no seu canto gelado, com um fósforo apagado na mão. Só via agora a parede escura e fria.

Riscou outro. Onde batia a sua luz, a parede tornava-se transparente como a gaze, e ela via tudo lá dentro da sala. Estava posta a mesa, e sobre a toalha alvíssima via-se, fumegando entre toda aquela porcelana tão fina, um belo pato assado, recheado de maçãs e ameixas. Mas o melhor de tudo foi que o pato saltou do prato e, com a faca ainda cravada nas costas, foi indo pelo soalho direto à menina que estava com tanta fome, e...

Mas - que foi aquilo? No mesmo instante acabou-se o fósforo, e ela tornou a ver somente a parede nua e fria, na noite escura. Riscou outro fósforo, e àquela luz resplandecente, viu-se sentada debaixo de uma linda árvore de Natal. Oh! Era muito maior, e mais ricamente decorada do que aquela que vira, naquele Natal, ao espiar pela porta de vidro da casa do negociante rico. Entre os galhos brilhavam milhares de velinhas; e estampas coloridas, como as que via nas vitrinas das lojas, olhavam para ela. A criança estendeu os braços, diante de tantos esplendores, e então, então... apagou-se o fósforo. Todas as luzinhas de natal foram subindo, subindo, mais alto, cada vez mais alto, e de repente ela viu que eram estrelas, que cintilavam no céu. Mas uma caiu lá de cima, deixando uma esteira de poeira luminosa no caminho.

- Morreu alguém - disse a criança.

Porque sua avó, a única pessoa que a amara no mundo, e que estava morta, lhe dizia sempre que quando uma estrela desce, é que uma alma subiu para o céu.
Agora ela acedeu outro fósforo; e desta vez foi a avó que lhe apareceu, a sua boa vovó, sorridente e luminosa, no esplendor da luz.
- Vovó! - gritou a pobre menina - Leva-me contigo... Já sei que quando o fósforo se apagar, tu vais desaparecer, como se sumiram a estufa quente, e o rico pato assado, e a linda árvore de Natal!
E a coitadinha pôs-se a riscar na parede todos os fósforos da caixa, para que a avó não se desvanecesse. E eles ardiam com tamanho brilho, que parecia dia, e nunca ela vira a vovó tão alta, nem tão bela! E ela tomou a neta nos braços, e voaram ambas, em um halo de luz e de alegria, mais altoo, e mais alto, e mais longe... longe da terra, para um lugar lá em cima onde não há mais frio, nem fome, nem sede, nem dor, nem medo, porque elas estavam agora com Deus.

A luz fria da madrugada achou a menina sentada no canto, entre as casas, com as faces coradas e um sorriso de beatitude. Morta. Morta de frio, na última noite do ano velho.
A luz do Ano Bom iluminou o pequenino corpo, ainda sentado no canto, com a mão cheia de fósforos queimados.
- Sem dúvida ela quis aquecer-se - diziam.
Mas... ninguém soube das lindas visões, que visões maravilhosas lhe povoaram os últimos momentos, nem em que halo tinha entrado com a avó nas glórias do Ano Novo.

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Nov 6 9:03 AM
 
La tera de ser :')

- Correu bem ?
 
 
Nov 5 1:55 PM
 
Maz é dezde já qe devia ter bouaz notaz :x
 
 
Nov 5 6:32 AM
 
Eu já tive .s
- Maz na sexta vamoz ter de recuperação .s

Se precizares diz qualquer coiza amor .
 
 
 
 
 
 
Nov 3 9:42 AM
 
Então tenz de arranjar maiz amor .b
 
 
 
 
Jul 16 12:52 PM
Julio says:
 
não consegui t enviar uma mgs!! mas ou o ciclovy do serv.3
 
Jul 10 8:23 AM
JK says:
 
eu levar??? kkk
pa tu e k abandonaste a tua aldia e ficas a dormir ate tarde!!
mas na te preocupes tou a traçar uns planos pa cortar a guela aos lobitos
bjs**
j.k
 
Jul 9 10:26 AM
 
tambem so a isso e mal!!!
ahahahah
 
Jul 8 12:41 PM
 
eu tambem a mandar jogar os outros por mim...
ahahahah
"BOA =D"
 
Jul 8 10:17 AM
 
la vem ela!!!
nao sabes admite...
P.S. "BOA =D"
 
Jul 7 3:27 PM
 
e' o que tu fazes oh miranda!!!

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